Medicina Integrativa - Daniela Alves

Medicina Integrativa

O Centro de Medicina Integrativa da Universidade do Arizona, integrativemedicine.arizona.edu define a Medicina Integrativa como uma abordagem orientada para um sentido mais amplo de cura, que foca no paciente como um todo e inclui todos os aspectos do seu estilo de vida na avaliação médica.

Há uma ênfase na relação entre o paciente e o médico, e uma combinação de tratamentos convencionais de medicina baseada em evidências com terapias complementares cuja a segurança e eficácia tenham sido cientificamente comprovadas.

A Medicina Integrativa é muito difundida nos Estados Unidos por vários colegas, entre eles o Dr. Andrew Weil, que é um dos coordenadores do Fellowship (Especialização) em Medicina Integrativa da Universidade do Arizona, para o qual fui aceita e já faço parte da turma que se forma no outono de 2019.

Hoje, a Medicina Integrativa “Integrative Medicine” já está presente em vários centros universitários americanos.

No link abaixo, pode-se ter uma ideia de quantas universidades estão aderindo e acrescentando Medicina Integrativa aos seus currículos: www.imconsortium.org

Minha intenção é aprofundar e solidificar meus conhecimentos em Medicina Integrativa e aplica-los imediatamente à minha prática médica diária.

Os princípios da Medicina Integrativa são:

  1. O paciente e o médico são parceiros e corresponsáveis na busca da resolução do problema, do processo de cura da doença ou do controle dos sintomas. O paciente é o agente principal no processo, ele deixa de receber passivamente o tratamento para uma doença e passa a participar ativamente da própria saúde;
  2. Todos os fatores que influenciam a saúde, doença e bem-estar, são levados em consideração, incluindo corpo (alimentação, atividade física e sono reparador), mente, espirito e inserção na comunidade (bem comum);
  3. É uma consulta médica completa, como outra qualquer, em que se estabelece um quadro atual do paciente e se discute a melhor abordagem diagnóstica e terapêutica baseado no uso apropriado da medicina convencional, baseada em evidências, e terapias alternativas com comprovação científica que possam ajudar a cada caso em particular;
  4. As intervenções naturais e menos invasivas – principalmente a mudança no estilo de vida, devem sempre tentadas inicialmente, quando possível;
  5. A Medicina Integrativa não rejeita a medicina convencional bem como não aceita indriscriminadamente todas as terapias alternativas – existe um senso crítico.
  6. A boa medicina é baseada em boa ciência, apenas precisamos estar alertas e com a mente aberta para reavaliar alguns paradigmas e absorver novos conceitos;
  7. Além do conceito de tratamento, paralelamente, todos os conceitos de saúde, prevenção e promoção da saúde são primordiais;
  8. Os médicos que praticam a Medicina Integrativa devem dar exemplo na condução de sua própria saúde e devem sempre estarem comprometidos com a auto-descoberta e o auto-desenvolvimento.

Saiba mais no link: integrativemedicine.arizona.edu

Quer saber mais? Acesse o nosso Blog!

Dra. Daniela é natural de Criciúma, no sul do estado de Santa Catarina.

Fez toda a sua formação médica em Florianópolis: 6 anos de Faculdade de Medicina na Universidade Federal de Santa Catarina - USFC e 5 anos de Residência Médica (Clinica Médica, Pneumologia e Medicina Intensiva) no Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Tiago, da USFC.

Atualmente, é pós-graduanda em Nutrologia pela ABRAN - CNNutro 2017.

Está em processo de Certificação em Medicina Funcional pelo The Institute for Functional Medicine com sede no estado de Washington, USA, a ser concluído em maio de 2018.

É Fellow em Integrative Medicine pela Universidade do Arizona, USA, a ser concluído em março de 2019.

Mora e tem seu consultório em Brusque desde 2003 e agora com consultório também Florianópolis, que se tornou o berço de um projeto antigo: Promover Saúde!!!


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